Durante a conferência regional do Comitê 24 da ONU, realizada semana passada em Manágua, Nicarágua, a missão liberiana considerou a iniciativa, apresentada pelo Marrocos, 2007 ao Conselho da segurança da ONU, como a solução séria, crível e realista, suportada pelo terço dos Estados-membros da ONU.
Nesse contexto, a missão diplomática saudou a adoção da Resolução 2797, (2025), do Conselho de Segurança da ONU, cujo processo político em curso liderado pela ONU constitui a estrutura adequada e solução política realista, prática e duradoura desse conflito artificial.
A este respeito, esta missão reiterou ainda o “apoio total” ao plano de autonomia sob a soberania marroquina, aos esforços de mediação do Enviado Pessoal do Secretário-Geral das Nações Unidas para o Saara Marroquino, Staffan de Mistura.
Chamando as partes a saber – Marrocos, Argélia, Mauritânia e Frente Polisário – para continuar neste processo, a fim de alcançar uma solução política definitiva desta disputa regional.
Apoiando o desenvolvimento socioeconómico em curso nas províncias do sul do Reino, dado o novo modelo de desenvolvimento lançado em 2015, no âmbito da dinâmica da melhoria das condições de vida dos habitantes da região.
Perante os membros do Comité 24 da ONU, a missão liberiana também preocupou-se com a situação humanitária da população detida nos campos de Tindouf, cuja necessidade de ajuda humanitária é de extrema atenção, chamando para um censo da população nestes campos, em conformidade com as normas humanitárias internacionais.
Por fim, a delegação liberiana condenou os recentes ataques lançados pela Frente Polisário contra civis na cidade marroquina de Smara, mantendo o cessar-fogo e a cooperação da MINURSO.
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