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A Guatemala reitera o apoio ao plano de autonomia e à integridade territorial de Marrocos
A Guatemala, em Nova York, reiterou o seu apoio aos esforços de Marrocos para chegar a uma solução política em torno da disputa regional sobre o Saara marroquino, com base na iniciativa marroquina de autonomia que respeita a integridade territorial do Reino e soberania nacional.
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O dossiê do Saara marroquino no Conselho de Segurança para consultas
A Consagração das Mesas Redondas e prorrogação da Missão da MINURSO
O Conselho de Segurança das Nações Unidas vai realizar, durante este mês corrente de Outubro, três sessões para discutir a questão do Saara marroquino, cujo objetivo é prolongar a missão da MINURSO, reiterar o apoio aos esforços do Secretário-Geral da ONU e de seu Enviado Pessoal, bem como engajar no processo das mesas redondas, instando a Argélia, principal parte deste conflito regional, a retomar parte desta série de acordo com as resoluções pertinentes, sobretudo a última Resolução nº 2.602.
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Os Membros de Estados Latino-Americanos e Caribenhos reiteram o apoio a uma solução política do Saara marroquino
Os membros de Estados Latino-Americanos e Caribenhos reiteraram, em Nova York, o seu apoio "consistente" aos esforços do Secretário-Geral das Nações Unidas que visam uma solução política da questão do Saara marroquino, com base nas resoluções do Conselho de Segurança adotadas desde 2007.
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A República do Iêmen reitera a sua firme posição em favor do Saara marroquino (Ministro RE do Iêmen)
O ministro de Negócios Estrangeiros e Assuntos externos da República do Iémen, Ahmed Awad bin Mubarak reiterou, ontem, segunda-feira em Rabat, a firme posição do seu país em favor do Saara marroquino.
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A Fundação "França-Marrocos" chama Paris para clarificar a sua posição sobre o Saara marroquino
A Fundação "França Marrocos, Paz e Desenvolvimento Sustentável" instou Paris a clarificar a sua posição sobre a questão do Saara marroquino, através de um "compromisso claro".
Num comunicado conjunto aos seus membros franceses e marroquinos, publicado no final da quarta sessão das suas reuniões em Guelmim, Tan Tan, Smara e Laayoune, em Marrocos, a Fundação sublinhou que o silêncio por trás da França (em relação à questão do Saara marroquino) é visto pelos marroquinos como um ato hostil.
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