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Ghali, ou o make-of frente de uma recusa de justiça
Por Khalihenna Ould Errachid, Mohamed Aujjar, Ahmed Herzenni
Esta coluna, firmada por Mohamed Aujjar (ex-Ministro dos Direitos Humanos), Khalihenna Ould Errachid (Presidente do Conselho Consultivo Real para os Assuntos do Saara) e Ahmed Herzenni (ex-Presidente do Conselho Consultivo dos Direitos Humanos), e publicada no jornal espanhol La Razon, cujos pontos aclarados a seguir.
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O encontro do Chefe do Governo com os SGs dos partidos, envolcendo a crise com Espanha
O Chefe do Governo reuniu-se quinta-feira passada, em Rabat, com os secretários-gerais dos partidos políticos representados no Parlamento, visando a debater a evolução da crise política entre Marrocos e Espanha.
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A relação da Espanha com o Marrocos é "essencial" para a sua segurança e estabilidade (Zapatero)
O projeto da autonomia apresentado pelo Marrocos continua sendo a "base" de uma solução, para esta disputa regional em torno do Saara.
O ex-presidente do governo espanhol, José Luis Rodriguez Zapatero afirmou que a relação com o Marrocos é "essencial" para a segurança e estabilidade da Espanha, destacando a relevância do plano de autonomia, para resolver o conflito artificial do Saara.
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A Espanha criou a crise com o Marrocos e fez a Europa suportar-se (Nasser Bourita)
A Espanha não consultou a Europa antes de tomar suas decisões, as que afetam os interesses de Marrocos, e a Europa não foi consultada ao violar os "critérios de Schengen", admitindo uma pessoa objeto de um mandato judiciário internacional e espanhol, e de forma fraudulenta (Ibrahim Ghali, líder da Polisário)
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Rabat não aceita as tentativas de Madrid, esconder as verdadeiras raízes da crise (Sr. Bourita)
A Espanha preferiu fechar os olhos sobre a presença no seu território de uma pessoa acusada de crimes de guerra e graves violações dos direitos humanos, indo ao ponto de conceder-lhe uma falsa identidade.
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