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Reconhecer a soberania sobre o Saara marroquino, um fator " de segurança" para ultrapassar o impasse
O sr Emmanuel Dupuy, presidente do Instituto pelo Futuro e Segurança na Europa, grupo de think tank, especializado nas questões geopolíticas e geoestratégicas, confirmou que o reconhecimento da soberania de Marrocos sobre o Saara constitui um factor "de segurança", de avanços no sentido de ultrapassar a situação anterior do status quo, impedindo qualquer conflito que desestabiliza a região europeia.
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O Parlamento Europeu esclarece sobre o recrutamento das crianças por Polisário e Argélia
O Parlamento Europeu lançou luz sobre o fenômeno do recrutamento das crianças por Polisario sob a supervisão do exército argelino, tal fato condenado por organizações internacionais, incluindo as Nações Unidas, na margem de uma resposta a uma pergunta, escrita enviada por um grupo de membros do Parlamento Europeu ao Alto Representante da União para os Negócios Estrangeiros e a Política de Segurança Europeia, Josep Borrell.
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O Quênia aproveita a aproximação da sua econômica do Marrocos (Revista do Quênia)
“Nairóbi vai perder muito se apoiar a tese separatista” no assunto do Saara marroquino.
A revista queniana de grande publicação " Do Nairóbi", na sua última edição, sublinhou que o Quênia beneficia muito mais da reaproximação da economia do Marrocos, mas o país perde muito, se alinha às teses separatistas apoiadas pela Argélia.
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É a hora para a França e a União Europeia apoiar Marrocos em torno do Saara marroquino (Senador fr)
O Sr Claude Kern, membro do Senado francês pela região de Ba-Run, vice-presidente da Comissão de Assuntos Europeus do Conselho, enfatiza ao dizer que a hora chegou para que a França e a União Europeia apoiem o Marrocos em torno do Saara.
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A União Europeia, chamada a desempenhar um "papel de liderança" em torno da questão do Saara (ex-min
“A Polisario detém os saharauis” e “os Estados Unidos não são os únicos a apoiar o Marrocos no processo do Saara”.
A ex-ministra espanhola dos Negócios Estrangeiros, Anna Palacio sublinhou que a União Europeia é chamada a desempenhar um "papel de liderança", no sentido de relançar as negociações entre as partes, tendo em vista a resolução definitiva do diferendo sobre o Saara.
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