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Os euro-deputados opostos ao silêncio da Comissão sobre o desvio da ajuda humanitária
Os euro-deputados pronunciaram contra o silêncio da Comissão Europeia sobre o desvio da ajuda humanitária pela frente da Polisario, revelado o relatório do Serviço Europeu de Luta Antifraude (OLAF), que foi publicado em 2015.
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Manter a questão do Sara na agenda da 4ª Comissão viola a Carta das Nações Unidas
Esta Comissão deve renunciar a questão do Sara desde a época em que o Conselho foi encarregado 1988.
Embaixador do Marrocos junto das Nações Unidas em Nova York, Omar Hilale, declarou segunda-feira antes da 4ª Comissão da Assembleia Geral das Nações Unidas, encarregada da descolonização, na sequência de seu estudo da questão do Sara marroquino. Sendo que ele denunciou o fato de manter esta questão na agenda da Comissão, porque isso viola a Carta das Nações Unidas e ameaça étapas do Conselho da Segurança.
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A UE reitera o seu apoio ao processo político para o Saara e o Conselho da ONU encorja para o censo
O representante europeu: recebemos de forma positiva o pedido de Marrocos voltar para a Uniao Africana
A União Europeia (UE) reiterou, segunda-feira na ONU o seu " apoio total" ao processo iniciado sob a égide da Organização das Nações Unidas para chegar a uma solução política do conflito artificial sobre o Saara marroquino, ao apoiar a solicitaçao do Conselho da Segurança para proceder ao registro das populações dos campos de Tindouf.
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Eleições Legislativas: a taxa de participação a mais elevada foi registrada nas províncias do sul
Os resultados das eleições legislativas nas províncias do Sul do dia 07 de outubro de 2016 foram de fato, como as eleições nacionais anteriores, estado de uma taxa a mais elevada de participação nesta parte do Reino.
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Ahmed Lakhrif: Não é uma coincidência que o povo do Saara seja na frente da politica nacional
Ahmed Lakhrif, membro do Conselho em Nova York: Não é uma coincidência que o povo do Saara seja na frente nacional da participação política e nas eleições
A comunidade internacional fracassou durante os 41 anos para defender os direitos humanos nos campos de Tindouf, sudeste da Argélia que se tornou a única no mundo, onde o Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (ACNUR) trabalha com responsáveis que desconhecem o número desse povo e sem nenhum poder sobre a distribuição de ajuda humanitária destinada a eles.
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